A era dos robôs

Estamos vivendo como de fato queremos ou como nos é imposto?

 

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“Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.” – Sigmund Freud.

 

Somos criados exclusivamente para produzir, para gerar lucros, para contribuir diretamente com o consumismo exacerbado e para sustentar o capitalismo. As pessoas não querem se importar com o seu bem-estar, seus sentimentos e pensamentos… Elas preferem achar que o que você possui materialmente (roupas de marca, aparelhos eletrônicos, salário, etc.) vale mais do que o seu lado humano.

Vivemos visando uma inatingível perfeição. Almejamos ser o melhor em tudo, e a competição pelo poder nos persegue desde os primórdios da humanidade.

“Seja o melhor da classe, do esporte, do cursinho, do trabalho, da faculdade e até mesmo em casa! Seja o melhor filho, pai, a melhor mãe e avó! Seja o mais bonito, rico e inteligente! Use roupas da moda e frequente lugares da elite! Esbanje dinheiro! Tenha celular e carro do ano, assim como o melhor companheiro! O melhor casamento…”, – A sociedade nos grita.

Quando atingimos uma certa idade em nossas vidas, as diversas obrigações começam a surgir e as pessoas ao nosso redor passam a exigir mais de nós – isso é incontestável. No entanto, as tarefas do cotidiano podem nos sobrecarregar de tal forma que somos influenciados pelos padrões de perfeição e tentamos a todo custo alcançá-los, porque fomos programados para isso, e afinal não damos tanta importância à nossa exaustão. Física e psicológica.

 

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Contudo, nós não precisamos ser o melhor em tudo, não precisamos dar valor às coisas materiais, não precisamos viver atarefados, sem tempo para fazer aquilo que nos faz verdadeiramente feliz. Somente precisamos ser nós mesmos, plena e completamente, pois quando o somos, e sabemos quem somos, as influências externas não nos afetam. De que adianta o dinheiro se não pudermos aproveitá-lo? De que adianta ter mansão e carro do ano, se passaremos a maior parte do tempo presos no trabalho, encarcerados numa ilusão de garantir o futuro?

A globalização, somada a todos esses problemas acima citados, nos fazem esquecer de viver e apenas sobreviver. E viver, inegavelmente, é o que todos necessitam.

 

 

 

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