Nos devaneios de uma janela

Nos devaneios de uma janela


Quando chove lá fora os pássaros em seus ninhos adentram e o protegem, ao sol nascente eles cantam felizes.

Sobreviveram a mais uma tempestade, isto é certamente uma vitória. Mas me pergunto: A quantas tempestades se é necessário sobreviver? A quanto mais tempo o sol ardente ferirá nossa pele de altas expectativas de dias calorosamente confortáveis?

Perdido nos devaneios de uma janela, eu sou um garoto de pijama azul.
Entre o abstrato e o concreto se tem uma linha tênue. O que divide a janela do meu quarto da janela do universo? Entre o azul do meu pijama e o azul do céu, o quanto se pode medir a distância mútua ou a proximidade evolutiva da esperança?
O que se espera do nada? Quando há o tudo, e tudo é nada?

Resultado de imagem para uma linha tenue tudo e nada

A tecnologia evolui, a ciência consecutivamente evolui, e ainda não existem respostas para mentes trancafiadas em cubículos de desespero e “únicas verdades”. Quando se poderá vislumbrar o único segundo da eternidade?

Luna Baker

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2 comentários sobre “Nos devaneios de uma janela

  1. Se já nos perdemos em devaneios em nossas janelas do quarto é melhor nem lembrarmos da janelo do ônibus que é o poço da infinita reflexão filosófica, existencial e de quase tudo que é assunto.

    Curtido por 1 pessoa

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