S.O.S Mamãe de Primeira Viagem (Quotes) – Parte I

Quando o livro é bom, é repleto de frases incríveis e hilárias e o tema é importante a gente tem que disseminar, não é mesmo?! 😉 ❤

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“No início, tudo é muito novo, mas passada a euforia das primeiras semanas, em muitos momentos, me senti triste e não soube ao certo a razão, um sentimento de melancolia, um choro que saía fácil, baixa auto-estima, foram alguns dos sentimentos que misturavam-se a tantos outros.”

“A primeira descoberta foi a de um amor tão forte que chega a ser impossível descrever. Sinto que ainda não inventaram palavras perfeitas para expressar o mais nobre sentimento, que é o amor de uma mãe.”

“Não é à toa, que dizem que o primeiro filho é de vidro, o segundo é de borracha e o terceiro, de ferro. Bem como, na ordem, o primeiro seria desejado, o segundo planejado e o último, escorregado.”

“O marido já sabe o que acontece com uma grávida que não tem seus desejos atendidos. Quem vai querer um bebê com cara de maçã do amor ou de pão de mel? Claro que sei que isso é lenda, mas o que acontece com uma grávida que não tem um desejo guloso atendido, é muito pior. Realmente é muito difícil lidar com o mau humor de uma gestante. Estamos ótimas, e de um minuto para outro, já estamos aos prantos e rindo ao mesmo tempo. É, nesses momentos, sinto-me como uma louca temperamental.”

“Quando passeio nos shoppings, paro em todas as vitrines de artigos para bebês e percebo que a gravidez não é só sinônimo de comer, mas também de gastar.”

“Minha vida agora é ser uma pesquisadora sobre o mundo baby, sinto que ao final do nono mês terei meu diploma de pós-graduada em mamybaby. Estou in love com minha gravidez.”

“Confesso que em minha fantasia, pensei que ele iria me rodopiar, beijar minha barriga, que iríamos sair e já começar a comprar o enxoval, mas isso era muito clichê. Meu marido ficou ali parecendo não acreditar, pensando sei lá o que, e eu chorando, de emoção e surpresa.”

“Quando saí do laboratório, pedi ao meu esposo para me levar em uma cafeteria, pois eu queria ‘comer o mundo’, só para tirar a minha raiva de ter ficado mais de 12 horas em jejum.”

“Vou à primeira consulta com a ginecologista, mas nem sei o que perguntar. Li tanta coisa na internet que minha médica poderia se chamar Google.”

“(…) Aliás, parece que todo mundo tem um conselho para me dar. Vou precisar de um caderno e caneta para anotar tudo. Quando estou em uma roda de conversa com as mulheres da família, todas querem me dar uma dica. Agora faço parte do Clube das Mamães, e me vejo participando de conversas que antes eram totalmente alheias a mim.”

“Depois de um tempo de casamento, as pessoas começam a perguntar: e aí, quando vem o bebê? Essas perguntas são muito comuns a todo casal. Em época de namoro, perguntam sobre o casamento, depois sobre os filhos. As pessoas sempre estão exigindo um passo a mais, mas o fato é que só o casal pode definir o momento certo.”

“A gravidez pode não ter sido planejada, mas foi muito desejada, ou seja, queríamos, mas não tínhamos feito planos. Estávamos como na música do Zeca Pagodinho ‘Deixa a vida me levar'”.

“Um dia você descobre que sempre vai ter algo para conquistar, um sonho para realizar, um curso para fazer. Sempre vai ter um possível motivo para adiar a gravidez, até que o desejo de ter um filho seja mais forte que tudo e vire prioridade e, ser mãe, é a minha.”

“(…) Tenho plena consciência de que posso ser mulher, esposa, estudante, trabalhar fora e… ser mãe. Posso ser aquilo que eu quiser ser, assim como posso também cuidar do lar, largar o emprego, ficar em casa com meu filho, e, como dizem por aí, ser mãe em tempo integral, mas isso não é uma consequência da maternidade, são escolhas pessoais.”

“Dizem, que quando o amor de duas pessoas cresce a ponto de não caber mais no coração, ele transborda, aí nascem os filhos.”

Gostou dos quotes? Aproveita e dá uma conferida na resenha de S.O.S Mamãe de Primeira Viagem clicando aqui!


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Amanda Bonatti nasceu em Rio do Oeste, SC, em 7 de janeiro de 1987, mudou-se ainda criança para Itajaí, cidade onde estudou e trabalhou em escolas Municipais. Amanda é Pedagoga, Licenciada em Letras, leciona há 8 anos na área da Educação Infantil e anos iniciais. Atualmente divulga seus textos nas escolas e bibliotecas de Itajaí, redes sociais e em sites e blogs na internet.

 

 

 

 

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7 Coisas que você não sabia sobre Bates Motel (SEM SPOILER)

Há um tempo atrás fiz um post com o tema 7 Coisas que você não sabia sobre 3% (SEM SPOILER) e, como ele recebeu uma boa aceitação, decidi trazer mais curiosidades sobre séries aqui para o Blog!

E hoje temos a famigerada série Bates Motel, estreada em 2013 e concluída neste ano de 2017, contando com 5 temporadas de 10 episódios muito bem produzidos!

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Desenvolvida por Carlton Cuse, Kerry Ehrin e Anthony Cipriano, Bates Motel é uma série de Drama/Suspense/Terror que mostra como o psicopata adolescente Norman Bates (Freddie Highmore) se tornou um dos vilões mais temidos da história do cinema mundial e esmiuça sua complexa e, até certo ponto, incestuosa relação com a mãe, Norma (Vera Farmiga). Tudo começa quando Norman e sua mãe decidem comprar uma casa nova agregada a um antigo Hotel e se mudam para lá numa tentativa de reconstruir suas vidas, após um trágico acontecimento.

Assisti a série por indicação de amigos e recomendo demais! Por causa de sua pegada meio Thriller Psicológico e vintage, a série me conquistou logo nas primeiras temporadas.

Agora vamos às 7 curiosidades sobre Bates Motel que eu pesquisei e separei para vocês?! 😉

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1 – A série foi inspirada no famoso filme Psicose (Psycho”), de 1960 de Alfred Hitchcock.

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2 – O personagem principal da série (Norman Bates) é o mesmo que o do filme, porém mais novinho!

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3Bill Balas, um dos escritores da série, de fato tem Fibrose Cística e foi a inspiração para a personagem Emma Decody (Olivia Cooke)que sofre da doença.

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4 – Devido à realização de dois filmes, Affluenza e TransformersEra da Extinção, a personagem Bradley Martin (Nicola Peltz) teve que sair da série (e depois retornar).

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5 – A série mostra como Norman se tornou um serial killer, dissecando seu passado e trazendo a história antecedente a do filme. De forma bastante semelhante ao clássico The Sims, ela possui até um jogo de simulação, intitulado The Bates Motel from Retroville. É possível realizar um tour bem macabro pelo Motel Bates na Internet!

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6 – Bates Motel é, na verdade, a segunda vez que o filme Psicose é adaptado para a TV, mas é a primeira vez que isso foi bem-sucedido. Em 1987 o canal NBC produziu uma sequência televisiva para o longa de Hitchcock e trazia um jovem chamado Alex West que era levado para o asilo onde Norman Bates estava aprisionado e lá fazia amizade com ele. Depois que Norman morria, ele herdava o motel e tentava reformá-lo, mas o estabelecimento causava estranhas sensações. Um episódio piloto foi produzido, mas a série acabou sendo recusada (créditos: https://www.ligadoemserie.com.br/).

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7 – A atriz Vera Farmiga sempre foi a escolha dos realizadores para interpretar a “mãe” Norma. Freddie Highmore, por sua vez, além de ator é graduado na Universidade de Cambridge com especialização em Linguística. Ele é fluente em Árabe e Espanhol. Ele passou todo o intervalo da 1ª para a 2ª temporada traduzindo documentos jurídicos para um escritório de advocacia em Madri, como parte de seu estágio obrigatório (créditos: https://www.ligadoemserie.com.br/). Aliás, essa dupla deu um show de interpretação, a química entre eles é incrível!

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E aí? Gostou? Quer ver mais alguma série por aqui?

Conta para gente! 😉

 

 

O poder de escrever – #DiadoEscritor (25/07)

Que tal comemorar o Dia Nacional do Escritor (data instituída em 1960 pela União Brasileira de Escritores, para homenagear os escritores nacionais e a produção literária no Brasil) com muita poesia e textos sobre o poder de escrever e, claro, sobre o nosso principal instrumento de trabalho: as palavras!

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O poder de escrever

“Por que escreves poesia?”
— Sinceramente, não sei…
Talvez seja um modo de expelir essa agonia.

Meus versos são de quem lê
De quem sente!
De quem têm a capacidade de entender
O poder de escrever.

“Escreves por amor?”
— Não!
“Então seria por ódio?”
— Também não!
Eu lírico impessoal
Intransitivo
E sentimental.

Vivo para escrever
Mas quem me dera um dia
Escrever para viver.

— Alasca Young e Luna Baker.

As palavras

Têm palavras embaralhadas, confusas
Desajeitadas
Que expressam sem pudor
A felicidade e a dor
De um amor.

Outras são rebuscadas
Bem elaboradas, formalizadas
Difíceis de pronunciar
Mas que encantam o coração
Dando (tamanha) inspiração.

Tem também a abreviação…
Facilitando assim
O uso de cada expressão
Tornando mais simples a comunicação.

O que dizer das palavras…?
Que possuem grande poder
De persuadir e expressar
Através delas ganhamos…
A liberdade de criar
A imaginação soltar
E diversas histórias para contar…

— Alasca Young e Luna Baker.

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#EntrevistandoAutores – Lucinei M. Campos (O Mago Branco)

O entrevistado de hoje é o escritor Lucinei M. Campos! Para conferir a biografia dele, assim como a biografia dos demais autores participantes, basta clicar aqui.

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Lucinei M. Campos, ou O Mago Branco, como é conhecido, é professor e escritor de alma e profissão. Autor de Lavínia e a Árvore dos Tempos, Lavínia e a Magia Proibida e Violeta não Sabe Amar.

Vamos conhecê-lo um pouquinho mais? 😉

Primeiramente, meus parabéns pela obra tão leve e, ao mesmo tempo, envolvente! Em segundo lugar, como você se descobriu escritor?

“Eu sempre amei criar.”, decretou o autor. “Quando mais jovem, cantava em uma banda com letras próprias, e antes disso, desenhava quadrinhos. Eu já era voltado para a criação e domínio que um autor julga ter sobre suas ideias. No entanto, eu comecei a escrever meu primeiro livro sério mesmo com uns catorze anos de idade, e levei 3 anos para acabar. Como ele ficou muito grande, só alguns fizeram a sua leitura. Mas, desde o momento em que tive o contato com a literatura, eu sabia que devia deixar algo como legado.”

Como surgiu a ideia principal para os livros da série com a personagem Lavínia? E de onde você tirou inspiração para criá-la?

“Desde o princípio, a ideia era brincar com o nosso folclore e as diferenças regionais do nosso país. Eu amei o Lorivaldo desde o início das primeiras páginas. Daí, veio o amadurecimento do projeto e algumas alterações necessárias para se adequar ao enredo e ao público, já que era uma história de fantasia com pitadas de humor e aventura. A inspiração, em primeiro lugar, veio de mim mesmo.”, revelou. “Sim, a Lavínia meio que sofre quase as mesmas coisas que eu sofri quando mais novo. Eu desejava ter poderes ou mesmo uma fada para me livrar dos garotos marrentos e perseguidores, e como não aconteceu, eu tive de criar em minha mente mesmo.”

Não pude deixar de notar que, na composição do livro “Lavínia e a Árvore dos Tempos”, a presença de elementos fundamentais da nossa cultura, como o folclore, por exemplo, foi algo bastante utilizado. Para você, por que é tão importante resgatar nossas raízes e passá-las adiante?

“Folclore é o conjunto de manifestações artísticas de um povo, um legado que não se pode perder, mesmo quando agregado a outros costumes e crenças.”, explanou, antes de prosseguir. “Recebemos informações e incorporamos outras culturas sem nem saber direito as que temos aqui. Eu adoro o nosso folclore e seus personagens. Há tantos que as mitologias grega e nórdica ficariam diminutas frente a eles. Com o passar dos anos, deixamos de explorar as lendas e histórias nacionais, permitindo que elas se percam ou se adaptem ao cotidiano, sem deixar rastros do que foi. Por essa razão, creio que seja algo de responsabilidade nacional preservá-las e repassá-las.”

Quais escritores mais te influenciaram em sua jornada como escritor?

“Confesso que bebi da fonte de Douglas Adams, Chuck Palahniuk, entre outros. E mesmo que quisesse, na época em que comecei a consumir literatura nacional, não encontrei muito sobre fantasia que me agradasse. Mas cito alguns autores da atualidade, como Jeferson Corrêa e Eduardo Spohr.”

Embora se trate de uma ficção, fica evidente que alguns personagens do livro são inspirados em pessoas reais, como a sua esposa e o seu filho, proporcionando-lhes uma bonita homenagem! Todos os seus personagens são baseados em pessoas reais e/ou próximas?

“Hum… Em princípio, são todos um fragmento meu.”, disse ele. “Seja um estado emocional ou mesmo um período da minha vida. Mas, claro que adoro colocar algumas características pessoais de amigos e mesmo estranhos neles. Eu criei o Lorivaldo pensando em mim, quando estou rabugento (risos). E o Léo, quando eu era mais novo e curioso…”

E por falar no Lorivaldo…

O que mais me chamou atenção, com toda certeza, foi o personagem Lorivaldo – um homem fada rabugento, que odeia humanos e usa uma peixeira no lugar de uma varinha! – e me rendeu boas gargalhadas! Fale-nos um pouco mais sobre esse personagem, como ele surgiu e o que ele representa para você!

“Ele surgiu pra mim justamente por sua diferença ao que consideramos “normal”.”, contou. “O Brasil é um país continental, do qual temos ricas manifestações culturais. Adorei a ideia de trabalhar justamente isso; Tenho leitores jovens que me perguntam o que é uma peixeira, o que é um cangaceiro, e acabo passando um leve momento de uma cultura que muitas vezes esquecemos. E, como havia dito, ele me representa. Sabe aquela falta de paciência, aquele humor ácido que despertamos em alguns momentos de nossas vidas? (Sabemos muito bem! Hahaha). É o Lorivaldo. Ele tem uma razão própria para pensar e agir assim e, se formos estudar isso, acho que até daremos razão a ele, mais um massacrado pela vida.”

Além de escritor, você também é professor e tem uma clara ligação com todo universo escolar… Na sua concepção, qual o papel da leitura na educação e aprendizado de crianças e adolescentes? Além disso, possui algum projeto futuro em mente? Conta para gente!

“Eu sou professor da rede pública estadual, e vejo a carência que nós temos a cada ano com relação aos investimentos na educação, a falta de incentivo à leitura, por exemplo, que além de possibilitar maior comunicação e interpretação de textos, é também uma fuga para um mundo só nosso.”, disse sabiamente o autor. “Os livros da série Lavínia têm sido trabalhados em algumas escolas, inclusive como paradidáticos, e tenho notado esse crescimento em alguns alunos, a partir do contato com eles. Além da reflexão com base na temática que os cerca e na história que eles contam, os livros abrem portas para plantar e fortalecer a sementinha pelo gosto da leitura. Alguns alunos não param mais depois de lerem os livros.”

“Quanto aos projetos, eu tenho alguns, sim. Quero continuar fazendo a visitação nas escolas e levar meus livros para diversas feiras pelo país. Tenho outros livros para serem publicados, dentre eles mais um título da série Lavínia. Estou preparando o livro também para uma adaptação de animação, mas é algo mais pra frente.”

Genial a ideia da adaptação para uma futura animação, já adoramos! rs

Ao autor, desejamos todo sucesso e criatividade do mundo! Obrigada por dedicar um tempinho ao Devaneios da Lua!  ❤

Em breve traremos a resenha de “Lavínia e a Árvore dos Tempos”, primeiro livro da série com a personagem Lavínia, é só ficar ligado!  😉

Voe comigo se fores capaz de tirar os pés do chão

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Eu sou uma eterna viajante e minha casa é o mundo. Sou criança cheia de perguntas, e adulto com medo das respostas. Sou companhia que preenche, e ausência que esvazia. Sou arco-íris de início de manhã, e escuridão de pôr-do-sol. Sou dúvida e certeza, razão e emoção. Crise de risos e desmanche em lágrimas. Calmaria e tempestade. Gritaria e silêncio. Ferida e cicatriz, bala e baleado. Veneno e antídoto. Singular e plural. Destino e acaso. Céu e inferno, sensibilidade e frieza. Bravura e medo. Sonhos e realidade. Rosa e espinho. Mente e coração. Dissimulação e verdade crua. Problema e solução. Perspicácia e ingenuidade. Amor e sexo. Vida e morte. Tudo junto. Misturado. Ao mesmo tempo. Sou sobretudo pássaro em processo de revolução, livrando-se da gaiola. Então, meu bem, voe comigo se fores capaz de tirar os pés do chão.

— Alasca Young, 07/07/2017.

Indicação e indicados ao prêmio “Mystery Blogger Award”

Vamos à mais um prêmio?!  😉

O Mystery Blogger Award consiste no reconhecimento e valorização de blogueiros “que cativam, inspiram e motivam através de suas postagens criativas. São reconhecidos pela intensa dedicação em criar com versatilidade e amor o que escrevem” e quem me indicou foi a Joy, do Por que não, Joy?“!

As regrinhas da premiação são:

1 – Colocar a logo/imagem do prêmio no seu blog;
2 – Listar as regras;
3 – Agradecer quem nomeou e fornecer um link para o seu blog;
4 – Mencionar o criador do prêmio;
5 – Conte a seus leitores três coisas sobre você;
6 – Nomeie até dez pessoas;
7 – Notificar os seus indicados comentando no seu blog;
8 – Peça a seus candidatos que respondam cinco questões de sua escolha, perguntas estranhas ou engraçadas;
9 – Compartilhe um link para sua melhor postagem.

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Agradecimentos

Iniciativas como esta são lindas e trazem sempre um agrado bom, não é? rs
Meu mais sincero agradecimento à Joyce, que lembra sempre do bloguinho aqui! Muito sucesso e boas energias, meu bem  ❤

3 coisas sobre mim

1 – Além de intensa ao extremo, também sou bastante ansiosa e na maioria das vezes sofro por antecipação!

2 – Desde que li “Quem é você, Alasca?” pela primeira vez, em 2015, nutro um desejo muito grande de conhecer o Alaska! E em 2016, quando reli o livro, adotei desde então o “Alasca Young” como meu pseudônimo para textos e poesias autorais (revelações).

3 – Quando eu era criança morria de medo da Cobra Voadora (isso mesmo, uma cobra que voa! Hahaha). Durante a infância eu mal sentia fome, sempre comi muito pouco! Então minha família precisou inventar esse mito da Cobra Voadora para me pôr medo, assim, se eu não concluísse a refeição, ela viria pela janela da sala, pegaria-me e me levaria embora!

Ai, ai… Agora deu até vergonha de admitir que eu tinha medo disso!

Blogs Indicados (até 10 pessoas)

1 – Fica? Vai ter prosa;
2 – Alice na Lua;
3 – A BOOKAHOLIC GIRL;
4 – Atraídos Pela Leitura;
5 – CATARINA VOLTOU A ESCREVER;
6 – Caderno da Lua;
7 – Lendo Muito!!!;
8 – 1 PEDRA NO CAMINHO;
9 – Reclusidades Diárias;
10 – Blog do Palhão;

Cinco perguntas que a Joy me fez

1 – Um dia perfeito?

Seria um dia simples, mas com bastante comida, diversão, amigos e/ou família! Uma viagem, maratona de séries na Netflix, festa do pijama, cinema, dia na praia… ♥

2 – Para onde gostariam de viajar?

Tenho vontade de conhecer tantos lugares! Mas, antes de conhecer o exterior, seria incrível fazer um tour aqui pelo Nordeste e depois pelo Brasil!

3 – Gato ou cachorro?

Gato! Fascina-me a liberdade e a loucura que eles têm, além, claro, da fofura!

4 – Que tatuagem faria e por quê?

A segunda tatuagem que pretendo fazer é o símbolo do Feminismo (espelho de vênus). Planejo fazer junto com as minhas amigas, pela luta, pela militância, pela importância e principalmente pela mudança que o Feminismo ocasionou em nós.

5 – O que mudariam no mundo?

Pode ser tudo?! kk

Brincadeira!

Além de mais amor (que já engloba bastante coisa como respeito, compreensão, cuidado, carinho etc.), acredito que muitos problemas, de grande ou pequeno porte, poderiam ser evitados ou resolvidos se usássemos mais uma coisinha tão simples mas ao mesmo tempo grandiosa chamada empatia; não é tão difícil se colocar no lugar do outro.

Outra questão importantíssima é a atenção (na verdade, a falta dela) que temos em relação ao meio ambiente, à natureza e aos animais, trazendo desastres que, por vezes, podem ser irreparáveis.

Cinco perguntas que meus indicados devem responder

1 – Qual o livro que mais te marcou e por quê?
2 – Como surgiu o nome do seu Blog?
3 – Maior mico ou loucura que já cometeu?
4 –  Se pudesse voltar atrás e refazer as coisas, mudaria algo em sua vida? Se sim, o quê?
5 – Qual seu maior defeito e maior qualidade?

Melhor postagem

Todas elas são especiais e importantes de alguma forma!

Eu realmente não sou capaz de optar pelas minhas postagens. É claro que, por algumas, eu nutro um carinho maior, porém, ainda assim, sinto que não seria justo escolher apenas uma.

Beijos e até o próximo post!  ❤

 

 

 

#EntrevistandoAutores – P. M. Mariano

A entrevistada de hoje é a escritora Priscila Marcia Mariano! Para conferir a biografia dela, assim como a biografia dos demais autores participantes, basta clicar aqui.

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A Priscila Marcia Mariano costumava escrever apenas fantasias, até que, ao inciar um novo livro e deixar que a história se desenrolasse, a autora se deparou com um drama intoxicante, Inocência Perdida, primeiro livro da Saga de Um Pintor!

Vamos conhecê-la um pouquinho mais? 😉

Primeiramente, nossos sinceros parabéns pela coragem em se aventurar por um tema tão pesado e delicado quanto a pedofilia e o abuso e exploração de crianças e adolescentes! Segundo, como surgiu a vontade de escrever A Saga de Um Pintor?

“Eu mesma não sei, foi de repente.”, revelou a autora. “Na verdade a ideia surgiu do nada, comecei a escrever o início sem saber no que ia dar. Até pensei de imediato que seria mais uma fantasia, como sempre faço, meus livros vêm aos poucos enquanto escrevo. Mas então a história mudou completamente e percebendo o conteúdo dela, resolvi que precisava fazer uma pesquisa para ser verdadeira no tocante ao assunto, não em relação ao drama. Então A Saga de um Pintor surgiu.”

Escrever a história de Felipe, em toda sua complexidade, claramente não foi tarefa nada fácil: Houve algum momento em que pensou em desistir? Se sim, o que te motivou a prosseguir com a jornada do garoto?

“Foi bem difícil sim e não tive vontade de desistir em nenhuma fase da história, apesar das cenas fortes que muita das vezes me davam nojo e raiva, mas sei que estes fatos acontecem em muitas das casas no Brasil e no Mundo. E foi por isto que persisti na história. Uma maneira de demonstrar o que realmente é a dor e agonia de uma criança e ou adolescente, abusada. Tem que colocar a aberto para todos.”

Quanto tempo em média, entre o processo de pesquisa e escrita, você levou para concluir a obra Inocência Perdida? Os demais livros da série já estão concluídos?

“Bem, Inocência Perdida, como foi o primeiro, levou mais tempo por causa da pesquisa. Tive que elaborar toda uma trama com fatos que realmente acontecem no dia a dia de vários jovens. Minha pesquisa foi em cima de séries que assistia, relato de assistentes sociais e psicólogos que me deram um apanhado do assunto e algumas entrevistas, com adultos que sofreram abuso na infância.”, explicou. “Levou seis meses para estar concluído. São quatro volumes e todos estão completos. O segundo volume, Doce Ilusão, já se encontra em processo de publicação pela Drago Editorial. Iniciei a Saga de um Pintor em 2011 e terminei em 2013.”

“Ela ficou engavetada por dois anos e em 2015 tive a coragem e a força de amigos e familiares para publicar o primeiro volume.”

O livro evidentemente possui diversas cenas fortes, na sua concepção, qual delas foi a mais difícil de escrever?

“Todas as cenas foram difíceis de escrever…”, refletiu, antes de continuar:

ALERTA DE SPOILER

“(…) mas a que mais me marcou foi a cena que Felipe se entrega ao pai, no acampamento, fugindo da polícia.”

Falar de pedofilia e exploração de crianças e adolescentes é falar da infeliz realidade de milhões de jovens afora. Em sua opinião, o que deveria ser feito para mudar essa situação? E por que esses casos são tão comuns?

“Acredito que o mais importante seria uma atenção mais acentuada sobre educação para a família e a sociedade, explicando os efeitos que o abuso acarreta em todos que vivem esta agonia. Leis mais rigorosas contra aqueles que o praticam… Dizem que o pedófilo é doente, mas nem todos podem ser considerados doentes, existem homens e mulheres que são ruins. Aqui coloco mulheres, porque não só homens são pedófilos. São em menor número, mas existem.”, concluiu. “E em relação à família, deve-se prestar atenção máxima nas crianças e se perceber algo diferente, providenciar uma pesquisa mais apurada dos fatos, não coagindo a criança, mas tentando ajuda-la através de psicólogos que são o melhor caminho. Sem falar de professores e agentes de saúde.”

“E por que estes casos são tão comuns? Porque as famílias são falhas… Têm receio da repercussão que este acontecimento pode acarretar para todos. Uma mãe desconfia de sua filha/filho em relação ao pai, irmão ou tio, ou qualquer outro indivíduo… Mas não quer aceitar a realidade dentro da sua própria família. Os pais podem até mesmo dizer que o filho/filha é culpado do que aconteceu. São dramas que eles não querem ter na vida deles. Infelizmente, como está descrito, a pedofilia é tabu e ninguém quer ter a família jogada na lama por causa disto. Sem contar que os abusados, em muitas ocasiões, preferem ficar calados a dizer o que estão passando, com receio do que pode lhes acontecer, é como estarem em um pesadelo contínuo…”, declarou sabiamente a escritora.

Como você se descobriu escritora? E o que você diria para autores que, assim como você, querem abordar temas polêmicos, no entanto, ainda sentem receio quanto à aceitação dos leitores?

“Na realidade, sempre fui contadora de histórias… Antes mesmo de ser alfabetizada, já contava histórias para os meus amiguinhos de brincadeira. Aos sete anos fazia cineminha com papelotes e cobrava um doce para aqueles que assistiam, enquanto eu contava uma história mirabolante, inventada na hora.”, disse ela, esbanjando fofura! “Minha primeira vez como escritora foi aos dez anos quando fiz o meu primeiro poema. Logo depois, fiz a primeira história de fantasia, mesclando minhas ideias com um filme que vi. Já nesta época, lia bastante, desde revistinhas a livros e jornais. Adorava ler, pegava qualquer leitura que me chegava às mãos. Na escola, ficava mais no ar do que assistia aula… Vivia sonhando acordada. Foram anos onde vários manuscritos foram elaborados e guardados, pois apesar de não ter condições de publicar minhas histórias, nunca desisti de escrever. Sempre escrevi para o publico infanto-juvenil e adulto jovem, livros de ficção/fantasia. Somente em 2009 publiquei meus primeiros livros, Um Mistério na Serra do Mar e Rino, o Guerreiro Alado.

“Em 2011 fiz o meu primeiro romance/drama – A Saga de um Pintor – e em 2015 publiquei o primeiro volume da saga – Inocência Perdida – na Drago Editorial. Hoje tenho vários livros publicados no Amazon.com, no Clube de Autores e Wattpad.”

Quanto aos temas polêmicos…

“Abordar um tema polêmico é difícil, principalmente, porque deve ser verossímil. Baseado em pesquisas reais e bem elaborado. Não se deve levar ao público àqueles que serão abordados na história, a não ser que a pessoa em questão consentir ou se for uma biografia consentida. Deve-se ter em mente que há uma necessidade de pesquisa sobre o assunto e de tudo que envolve a história (locais, famílias, regiões e país). No meu caso, o livro é uma ficção, pois Felipe e sua família, e todos os envolvidos são fictícios. Porém as reações psicológicas vistas em Felipe são verdadeiras e trabalhadas de acordo com seus sentimentos. Foi muito duro escrever as cenas de abuso. Várias foram as ocasiões, após o termino de Inocência Perdida, em que eu discutia comigo mesma e com amigos, sobre a permanência das cenas chocantes, mas cheguei a conclusão de que havia necessidade delas para a compreensão do que iria acontecer a Felipe nos livros vindouros. Quem, realmente, se propõe a escrever um livro que sabe que chocará o publico, deve estar ciente de que ouvirá tanto palavras positivas, como negativas. Não podem deixar com que isto os faça desistir, se as razões para o que está escrevendo, são para alertar ou deixar visível ao publico, a sociedade, a verdade por baixo dos panos.”, aconselhou. “Por isto os temas como pedofilia, política, religião, prostituição e outros, são motivos de muita polêmica e discussão. Mas se você, escritor, tem coragem e acha que o que escreveu é o certo, vá em frente e descortine a verdade aos olhos daqueles que se fazem de cegos.”

Por fim, conta para gente… Já está pensando em projetos futuros?

“Projetos futuros?! São vários…”, introduziu.

“Para início estou revisando o terceiro volume da Saga de um PintorGotas de Fel – que pretendo publicar em 2017. E ainda em 2016 saiu o segundo volume da Saga de um Pintor – Doce Ilusão – na Bienal do Rio de Janeiro. Também espero resposta da Editora Darkside sobre o meu original A Luz e a Escuridão que é um livro de ficção/fantasia/distopia. Estou revisando o primeiro volume de Guerra Entre MundosTerra – para eventual publicação e partindo para o segundo volume da obra sem definição de subtítulo ainda. E tenho alguns inícios de outras histórias sem títulos. E por último, pretendo publicar minhas histórias engavetadas, por mais de quarenta anos, no Clube de Autores e no Wattpad para que estejam à disposição daqueles que gostam de ler.”

Por fim, a Priscila ainda deixa um recado super fofo:

“Espero que todos encontrem dentro de um livro o sentimento de sonhar e viver uma aventura para além da imaginação, sem esquecer que as palavras são o que fazem a humanidade caminhar pelo conhecimento e desenvolver um raciocínio para a desafiadora crítica do bem viver… Lembre-se que a Cultura é tudo para uma sociedade em crescimento”.

E essa foi a entrevista!

À autora, desejamos todo sucesso e criatividade do mundo! Obrigada por dedicar um tempinho ao Devaneios da Lua!  ❤

Em breve traremos a resenha de “Inocência Perdida”, primeiro livro da Saga de Um Pintor, é só ficar ligado!  😉