A poesia do dia a dia

Vamos falar de fotografia?

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Meu grupo de amigas chama-se Ecuipe (nome baseado num filme do Bob Sponja), e nós sempre admiramos a arte da fotografia, mas, recentemente, passamos a tirar e a compartilhar nossas próprias fotos.

Há um lugar específico que nos rendeu imagens maravilhosas: o jardim da escola. E o mais surpreendente é que:

  1. O jardim da nossa escola é desvalorizado, sendo mal-cuidado tanto por alunos, como por funcionários. Mas, fizemos diferente: Fomos capazes de enxergar poesia onde a massa enxergou só mais um jardim sem graça e indigno de atenção.
  2. Não temos nenhum recurso profissional ainda, muito menos máquinas. Utilizamos o que tínhamos em mãos na hora: nossos simplórios celulares.

E o resultado foi este:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Coisas simples tornam-se complexas e sublimemente belas quando passamos a enxergá-las de outra maneira. A natureza ao nosso redor – que geralmente passa despercebida – subitamente se torna tão maravilhosa à nossa visão que a única coisa que podemos fazer é sorrir. Sorrir porque ela é completa, bela – independente da poluição e desprezo do homem  -, e acima de tudo porque ela sempre esteve ali, apenas esperando o momento certo para ser descoberta.

Que possamos ter a capacidade de perceber as diversas manifestações de poesia cotidiana, singela… E então dar valor àquilo que geralmente é ocultado pela pressa ou simplesmente por corações frios incapazes de sentir e observar o mundo que existe além de seus cubículos.

 

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